terça-feira, 15 de maio de 2012

Período Pós cerclada - 4º fim de semana

Pois é, gente. No domingo não postei sobre esse período pós cerclada. Mas é que eu ainda estava anestesiada com o meu "Dia das Mães"! Rsrssrs
Foi muito bom, tranquilo, em casa (claro!)
Maridão preparou o café da manhã, com direito a torta de morango com chocolate, brigadeiro, bem-casados e pasteizinhos de festa (aqueles com recheio de carne e cobertos com açúcar). Iogurte e frutas, pães e queijos, enfim, ele caprichou! Ainda colocou uma rosa vermelha na mesa, em minha homenagem... Depois, colocou no som uma seleção de músicas dedicadas às mães, para mim. Aí eu chorei. E chorei pacas... E ele ficou preocupado e perguntou:  Quer que eu tire?
Mas claro que eu não queria, estava apenas muito emocionada!
Ganhei uma máquina fotográfica no dia anterior. Pois é, ele me deu antes da data porque a filha dele estragou a surpresa! Kkkk :P
Ela veio passar o fim de semana conosco.
Depois, fiz o almoço e... pernas pra cima! É necessário. Tou fazendo muitas extravagâncias nos fins de semana e não posso, né?

Ah, filhote ganhou a lembrancinha de uma festinha que eu não pude levá-lo e, na bolsa, tinha um frasquinho com o líquido para fazer bolhinhas de sabão. Fiquei brincando com ele e ele adorou as bolhinhas...







sábado, 12 de maio de 2012

Prevenção: vacina contra a gripe. Confira mitos x verdades.


A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, iniciada pelo Ministério da Saúde nesta semana em todo o país, ainda gera desconfiança e medo por parte da população, que criou alguns mitos em torno da vacina. A pediatra e infectologista Adriane Cruz, do Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro, esclarece esses mitos e verdades.

Mitos x Verdades

Quem toma a vacina ficará gripado logo após?
Mito. Trata-se de uma vacina inativada (morta), incapaz de gerar doença. O sintoma mais associado após a vacina é vermelhidão no local da aplicação e febre, que ocorrem de 6 a 24 horas após.
Há substâncias cancerígenas nos componentes da vacina?
Mito, totalmente infundado.
Há riscos para os bebês de grávidas que são vacinadas?
Mito. Aliás, a gestação é um excelente momento para vacinar. O bebê ficará protegido por passagem de anticorpos via placenta até que possa receber a vacina. As grávidas têm maior risco de desenvolver formas graves de doença, com altas taxas de mortalidade.

Crianças muito pequenas não devem tomar a vacina por não terem formado o sistema imunológico?
Mito. A vacinação básica deve ser iniciada logo ao nascimento com a BCG e a hepatite B. A vacina contra influenza está indicada para  os maiores de 6 meses.
A vacina só deve ser tomada em risco de epidemia?
Não. Trata-se de uma doença viral, altamente contagiosa, afetando todas as idades com altas taxas de morbidade e mortalidade a cada ano. Apesar de ser auto-limitada na grande maioria das vezes, há possibilidade de complicações, independentemente de estarmos diante de epidemia. Considerar tal vacinação, sempre que houver possibilidade. 
Muitas pessoas também não tomam a vacina porque pensam que estão servindo de cobaias para um teste que está sendo aplicado. A vacina já foi testada há quanto tempo?
Mito. Vacinas contra influenza são utilizadas há décadas em vários países do mundo. No Brasil, o Ministério da Saúde vem realizando campanhas anuais contra influenza desde 1999 com redução significativa das taxas de mortalidade por influenza e complicações relacionadas.

Ainda segundo a Dra. Adriane Cruz, a influenza pode causar doenças graves em qualquer indivíduo, embora seja para complicações nos seguintes grupos de risco: crianças pequenas e idosos, pessoas portadoras de doenças crônicas (AIDS, diabetes, câncer, doenças crônicas do coração, dos pulmões e dos rins), imunodeprimidos, gestantes no 2° e 3° trimestres de gravidez e recém-nascidos. Há contraindicações apenas para pessoas com história prévia de reação alérgica grave a ovo ou outros componentes da vacina.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Quando bate o ciumezinho...

Aiiinn, gentem... tou com o coração aos caquinhos... Me corroendo de ciúmes por dentro... Tá uma dureza só!
Meu Heitor, lindo, levado, sapeca, está na melhor fase: a das descobertas. Safado, brincalhão, risonho, falante (de uma língua que eu não entendo nada! rsrsrs) e eu não tou curtindo isso. Ai, que dó, que dó, que dó! E que dor no meu coração!
Eu aqui na cama, deitada, e ele sendo cuidado pela menina que trabalha aqui em casa (contratei ela pra ficar de seg. a sex., das 8h às 18h, pois ela era diarista e vinha apenas fazer faxina de 15 em 15 dias, desde que eu tava grávida de Heitor).
Então, ela dá banho, dá almoço, põe pra dormir (ele só dorme no braço agora, e no braço dela! Antes ele até deitava ao meu lado na cama, mesmo antes de eu cerclar, e eu ficava alisando ele, conversando, dando beijinhos, e ele ia pegando no sono, agora só quer dormir no braço. E no dela! Nem no da minha mãe ele quer, quando mainha vem pra cá!).
Eu tava até me controlando, mas eu não tou mais aguentando esse ciúmes... (será que é ruim sentir ciúmes assim? É possessividade?!?)
Hoje à tarde ele dando umas risadas deliciosas, correndo pela casa, uma delícia... Mas eu só escutava a risadinha, não podia vê-lo, nem correr atrás dele... Era ela quem estava fazendo isso em meu lugar! Correndo atrás dele, brincando de esconde-esconde, jogando bola com ele... E eu morrendo aqui...

Aiiinnn... Como dá para superar isso?
Ele vem até mim, me chama, me puxa pelos dedos, mas eu nem posso acompanhá-lo... E ele choraminga, e os olhinhos ficam vermelhos, cheios de lágrima, e faz biquinho... E eu digo apenas: - Mamãe não pode, filhote!
E ele fica com aquela carinha e aquele olhar de cortar o coração... E choraminga de novo... E quem vem ao socorro dele?
ELA!!!

Senti ciúmes até da hora em que ela foi cortar as unhas dele... Eu o coloquei ao meu lado e fui cortar, mas ele não quis. É sempre uma novela esses momentos. Aí ela disse: - Me dá que eu corto. E eu disse: - Não precisa, mais tarde eu corto.
Passados uns minutos, ela começou a cortar a unha dela e veio até mim: - Olha, Carlene, deixa eu aproveitar e cortar agora, ele me viu cortando e ficou colocando o dedinho pra cortar a dele também...
O que eu podia dizer?? Se dissesse NÃO de novo, ia ficar muito na cara o meu ciúmes...
Então, eu disse: - Tá, corta! Quase morrendo...

Até almoço, que ele tava péssimo pra comer, ele tá comendo tuuuuudo (gente, ele tá limpando o prato! - Graças a Deus). Mas até isso me doi o coração... Ela fica atrás dele com o pratinho na mão, e enrola, e chama pelo gatinho na janela, e pelo au au, e mostra o avião que tá passando e vai enrolando e enrolando e enrolando... E ele come tudo em meia hora!

Ela deu banho nele, e quando foi deitá-lo na minha cama pra trocá-lo, ele se agarrou nela, em um abraço que eu quase que o arranco de lá! 

Puxa, dizem os especialistas que nós mamães devemos ficar muito satisfeitas se nossos filhos gostam da babá e se sentem bem com elas, pois prova que elas o tratam com carinho e atenção, requesitos que julgamos necessário para alguém que vai ficar com nossos pequenos, mas... Eles não sabem nem 1% do que é sentir isso que se passa no coração de uma mãe nessas horas...

Aí eu quero chorar, mas não quero magoar minha Heloísa, esse sacrifício é por ela. E ela se mexe (já sinto ela, embora bem pouco, ela é muuuuuuuito mais calma que Heitor nessa fase), e me satisfaço com isso. E me alegro um pouco e tento, assim, confortar o meu coração... 


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