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domingo, 9 de fevereiro de 2014

15º fim de semana pós cerclagem

Como foi esta semana?
Maravilhosa, tensa, cansativa...
Primeiro que foi início de aulas para Heitor na escola nova, troquei-o da escola que ele estava frequentando ano passado porque eu precisava colocá-lo em uma mais próximo à minha residência, uma vez que quando Hartur nascer, irei deixá-lo e buscá-lo na escola carregando mais dois bebês...
No primeiro dia ele foi super empolgado, mas nos dias seguintes, deu retrocesso e ficava chorando.
Mas ficava na escola, depois de dar uma acalmada.
Dia 3 os levei ao pediatra, junto com o pai, e eles estão bem, saudáveis, com peso e altura boas. Graças a Deus!
Heitor, 3 anos e meio, 99 cm de altura e 15,5 kg.
Heloísa, 1 ano e 4 meses, 75 cm de altura e 10,5 kg.
Eles estão bem dentro da média, pelo menos!

Dia 7 foi pré-natal. Engordei  quilos em quase 2 meses e a GO ficou bastante preocupada, pois isso pode fazer com que a minha PA comece a aumentar também. E ela está tão bem reguladinha.
Bom, sempre 11x6, deu nas últimas aferições 12x7. E o ácido úrico começou a aumentar também.
Affs... vamos lá: heparina sódica sem parar!
No mais, estamos todos bem.

Primeiro dia de aula

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Preparando a chegada de Hartur - do 5º ao 16º dia!

Bom, e os preparativos para a chegada do pequeno continuam a todo vapor aqui em casa.
Os quartos já estão com as cerâmicas novas e pintadinhos... o pai fez esse trabalho.
Já encomendei os adesivos decorativos e os móveis estão mais ou menos indo para os seus cantinhos.

O ruim é ter que guardar tuuuudo em seus devidos lugares.

Filhota já está em casa de novo, dormindo improvisadamente no bercinho desmontável no meu quarto. Filhão está na minha cama. Ainda há coisas espalhadas pela sala, mas logo isso estará resolvido.
E vamos que vamos à mais uma semana!






quarta-feira, 10 de abril de 2013

Aprendendo a ser mãe...


Porque a gente não nasce sabendo ser mãe, assim como não nascemos sabendo ser filho. Aprendemos a ser mãe e filho um com o outro, na convivência diária, na comunhão, na troca e doação mútua. Pois quando nasce um filho, nasce uma mãe. E não importa se ela já tem um ou mais filhos, pequenos ou já grandes. A mãe vai sempre nascer e renascer a cada sorriso, a cada olhar, a cada momento. E vai sempre aprender a ser mãe, na medida em que entende o que é o filho!
Filho, bênção de Deus.

Por Carlene Barreto.

domingo, 31 de março de 2013

Páscoa com meus filhotes!

 Heitor curtiu de montão a brincadeira que fiz com ele de "Siga as pegadas! Caça ao ovo de Páscoa."
E Helô, num momento de distração minha, enquanto eu fotografava Heitor, pegou o chocolate e "nham nham"...




































Uma Feliz e Abençoada Páscoa a todos!

quarta-feira, 27 de março de 2013

A primeira semana em casa...

Olá, gente!
Como estou em falta com vocês já tem 6 meses (exatamente isso, o tempo que tem minha Helô!), vou tentar resumir uma retrospectiva desses momentos de setembro até aqui em várias postagens...

A primeira semana em casa foi tensa... Heitor cheio de ciúmes não queria saber de nós, os pais.
Heloísa nasceu num domingo, na segunda ele foi lá para a maternidade, conhecer a irmã e, até então, tudo bem, ela lá no bercinho, dormindo, ele nem aí, se achando o rei e o único, destruindo a sala da maternidade! Kkkk Brincadeira, mas que ele tava virado, abrindo e fechando portas, ligando e desligando as luzes, subindo e descendo da cadeira e apertando todos os botões da minha cama, ah, isso ele tava!




Mesmo quando ela acordou e que nós a apresentamos a ele, não deu tanta atenção assim. Para ele, nada demais!


E, então, fomos pra casa, e tudo ainda era farra...


Mas... quando chegamos em casa, que ele percebeu que aquele bebezinho vinha também, que papai e mamãe estavam carregando aquele bebezinho também... ai ai ai ai ai... a coisa não prestou! Ele chorou, ele não quis vir pros meus braços, nem pros do pai. Só quis o avô, que, até então, era o único que não havia pego aquela "intrusa" nos braços.
Senti arrependimento de não ter seguido o conselho do pediatra dele que me disse para comprar dois presentes: um para Heitor dar à irmã e outro para a irmã "dar" a ele, quando fôssemos apresentá-los, ainda na maternidade. Talvez isso quebrasse um pouco esse clima, será?
Bom.
O fato é que no primeiro dia, Heitor não quis mesmo papo comigo nem com o pai.
Então, começou o meu trabalho de: - Olha, filho, lembra que mamãe tava com um barrigão (como se a barriga tivesse diminuído! - Incrível como artista pare num dia e no outro já tá seca! - Kkkkk)? Cadê Heloísa? (Aí ele apontou pra minha barriga)... Não, filho, Heloísa não está mais aí, ela já está aqui, ó! Olha Heloísa...
E todos os dias era tentar mostrar a ele que a irmã dele não veio para tirar nada dele, só acrescentar!
E eu fazia de tudo para que ele participasse de cada momento, ajudando na medida do possível: pegando uma fralda, jogando a suja no cesto, pegando a mamadeira dela, enfim...

E demos o primeiro passo...







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