Começa neste sábado, dia 16 de junho, a Campanha contra a Paralisia Infantil.
No entanto, a Prefeitura do Recife já fez uma prévia no dia 10 (não fiquei sabendo...) em dois pontos da cidade: no Parque da Jaqueira (Rua do Futuro, s/n) e
no Parque Estadual Dois Irmãos (Praça Farias Neves, s/n). Os postos
montados pela Secretaria de Saúde do Recife funcionaram das 9h às 15h30,
sem intervalo para almoço. Quem foi? Conta a experiência!
No parque municipal, a imunizaçãofoi disponível na altura da pista de bicicross. No estabelecimento
estadual, a estrutura foi montada em um espaço no Museu de Ciências
Naturais. Quinze profissionais da Secretaria estiveram envolvidos na
empreitada contra a paralisia infantil. A expectativa era de que fossem
imunizadas mais de 500 crianças com até cinco anos de idade incompletos (será que atingiram? Não vi nada em noticiários...).
A vacinação acontece até o dia 6 de julho nas Unidades Básicas de Saúde
e nos postos de atendimento do programa Saúde da Famíliade segunda a
sexta. As únicas contra-indicações à vacina são febre
maior que 38 graus, vômito e diarréia.
Poliomelite, pólio ou paralisia infantil é uma doença infectocontagiosa transmitida, na maior parte das
vezes, por via oral que atinge o
sistema digestivo e se expande ao sistema nervoso e pode causar
paralisia e deformações no corpo. A enfermidade atinge, principalmente
crianças pequenas, mas as campanhas de vacinação podem proteger a população da doença. Não costuma matar, mas causa lesões
que atacam o sistema nervoso, provocando paralisa, principalmente, nos
membros inferiores. No Brasil, ela é considerada eliminada, mas ainda há
registros da moléstia em países como Angola, Afeganistão, Índia,
Paquistão e Senegal.
VAMOS LEVAR NOSSAS CRIANÇAS E VACINAR!!!
É O ZÉ GOTINHA!
Mostrando postagens com marcador vacina. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
Período Pós-cerclada - 6º fim de semana
Uau! Mais uma semana se passou.
Ufa, ainda bem, e com a graça de Deus, tudo certinho e tranquilinho!
Sexta-feira fui me vacinar... (pois é, eu ainda não fiz isso), mas o pessoal tava em horário de almoço e eu não podia ficar esperando... Resultado, voltei pra casa sem vacinar-me. Pra minha sorte, a campanha foi prorrogada para o dia 1º de junho!
Fim de semana com enteada em casa, de novo. É a cada 15 dias...
A todos, um bom início de semana!
Ufa, ainda bem, e com a graça de Deus, tudo certinho e tranquilinho!
Sexta-feira fui me vacinar... (pois é, eu ainda não fiz isso), mas o pessoal tava em horário de almoço e eu não podia ficar esperando... Resultado, voltei pra casa sem vacinar-me. Pra minha sorte, a campanha foi prorrogada para o dia 1º de junho!
Fim de semana com enteada em casa, de novo. É a cada 15 dias...
A todos, um bom início de semana!
Para quem não se vacinou, ainda está em tempo! Campanha prorrogada!
Unidades de saúde continuam a aplicar a vacina contra a gripe
O Ministério da Saúde prorrogou para até o dia 1º de junho o prazo de
vacinação contra a gripe para a população acima dos 60 anos de idade,
crianças entre seis meses e menos de dois anos de idade, gestantes e
trabalhadores da área da saúde. A vacina pode ser tomada em todas as 40
Unidades Básicas de Saúde da Prefeitura de São José dos Campos e no
Famme.
A prorrogação foi para oferecer oportunidade para que todas as pessoas recebam as doses contra a gripe como proteção no inverno, período de maior circulação do vírus da doença.
De acordo com um balanço parcial divulgado nessa quinta-feira (24) pela Vigilância Epidemiológica do município, 62,5% da população acima dos 60 anos recebeu a dose contra a Influenza sazonal e também contra a Influenza A (H1N1), a gripe suína.
Desde o início da campanha 53.726 pessoas foram imunizadas em São José dos Campos, o que representa uma cobertura de 57,8%.
A gripe, ou influenza, é uma doença contagiosa causada pelo vírus influenza. Entre os sintomas da gripe estão: febre alta, tosse e fadiga extrema. A gripe pode causar doenças mais graves ou complicações que podem comprometer a saúde. Entre elas, pneumonia, infecções auditivas, sinusite, desidratação.
A vacinação das gestantes contra a influenza é segura e indicada pelo Ministério da Saúde, em qualquer idade gestacional. Ela é totalmente gratuita em todos os postos de saúde da rede pública de saúde.
Fonte: http://www.agoravale.com.br
A prorrogação foi para oferecer oportunidade para que todas as pessoas recebam as doses contra a gripe como proteção no inverno, período de maior circulação do vírus da doença.
De acordo com um balanço parcial divulgado nessa quinta-feira (24) pela Vigilância Epidemiológica do município, 62,5% da população acima dos 60 anos recebeu a dose contra a Influenza sazonal e também contra a Influenza A (H1N1), a gripe suína.
Desde o início da campanha 53.726 pessoas foram imunizadas em São José dos Campos, o que representa uma cobertura de 57,8%.
A gripe, ou influenza, é uma doença contagiosa causada pelo vírus influenza. Entre os sintomas da gripe estão: febre alta, tosse e fadiga extrema. A gripe pode causar doenças mais graves ou complicações que podem comprometer a saúde. Entre elas, pneumonia, infecções auditivas, sinusite, desidratação.
A vacinação das gestantes contra a influenza é segura e indicada pelo Ministério da Saúde, em qualquer idade gestacional. Ela é totalmente gratuita em todos os postos de saúde da rede pública de saúde.
Fonte: http://www.agoravale.com.br
sábado, 12 de maio de 2012
Prevenção: vacina contra a gripe. Confira mitos x verdades.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, iniciada pelo Ministério da Saúde nesta semana em todo o país, ainda gera desconfiança e medo por parte da população, que criou alguns mitos em torno da vacina. A pediatra e infectologista Adriane Cruz, do Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro, esclarece esses mitos e verdades.
Mitos x Verdades
Quem toma a vacina ficará gripado logo após?
Mito. Trata-se de uma vacina inativada (morta), incapaz de gerar doença. O sintoma mais associado após a vacina é vermelhidão no local da aplicação e febre, que ocorrem de 6 a 24 horas após.
Há substâncias cancerígenas nos componentes da vacina?
Mito, totalmente infundado.
Há riscos para os bebês de grávidas que são vacinadas?
Mito. Aliás, a gestação é um excelente momento para vacinar. O bebê ficará protegido por passagem de anticorpos via placenta até que possa receber a vacina. As grávidas têm maior risco de desenvolver formas graves de doença, com altas taxas de mortalidade.
Crianças muito pequenas não devem tomar a vacina por não terem formado o sistema imunológico?
Mito. A vacinação básica deve ser iniciada logo ao nascimento com a BCG e a hepatite B. A vacina contra influenza está indicada para os maiores de 6 meses.
A vacina só deve ser tomada em risco de epidemia?
Não. Trata-se de uma doença viral, altamente contagiosa, afetando todas as idades com altas taxas de morbidade e mortalidade a cada ano. Apesar de ser auto-limitada na grande maioria das vezes, há possibilidade de complicações, independentemente de estarmos diante de epidemia. Considerar tal vacinação, sempre que houver possibilidade.
Muitas pessoas também não tomam a vacina porque pensam que estão servindo de cobaias para um teste que está sendo aplicado. A vacina já foi testada há quanto tempo?
Mito. Vacinas contra influenza são utilizadas há décadas em vários países do mundo. No Brasil, o Ministério da Saúde vem realizando campanhas anuais contra influenza desde 1999 com redução significativa das taxas de mortalidade por influenza e complicações relacionadas.
Ainda segundo a Dra. Adriane Cruz, a influenza pode causar doenças graves em qualquer indivíduo, embora seja para complicações nos seguintes grupos de risco: crianças pequenas e idosos, pessoas portadoras de doenças crônicas (AIDS, diabetes, câncer, doenças crônicas do coração, dos pulmões e dos rins), imunodeprimidos, gestantes no 2° e 3° trimestres de gravidez e recém-nascidos. Há contraindicações apenas para pessoas com história prévia de reação alérgica grave a ovo ou outros componentes da vacina.
sábado, 5 de maio de 2012
Começou hoje, dia 05 de maio, campanha para a gripe em todo o país
Começou neste sábado, em todo o País, a 14ª Campanha Nacional
de Vacinação Contra a Gripe. Pessoas com mais de 60 anos de idade,
trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois
anos, gestantes e povos indígenas devem procurar o posto de saúde mais
próximo para a vacinação. Ao todo, 65 mil postos de vacinação estarão
abertos até as 17 horas.
A campanha é realizada em conjunto com o Ministério da Saúde e as
secretarias estaduais e municipais e vai até o dia 25 de maio. Todos os
estados e o Distrito Federal aderiram ao dia D de Mobilização Nacional.
No ano passado, foram imunizadas 25,13 milhões de pessoas, o que
representa 84,1% da população alvo. O índice superou a meta de 80%
prevista inicialmente.
Sob o lema "proteger é cuidar", a meta deste ano também é vacinar 80% do
público-alvo (30,1 milhões), o que representa 24,1 milhões de pessoas. A
ideia é reduzir a mortalidade, evitar complicações e internações
provocadas por infecções pelo vírus da gripe. Segundo a Organização
Mundial da Saúde (OMS), o Brasil realiza a maior campanha de vacinação
pública das Américas.
A vacina é considerada segura e protege contra os três principais vírus
que circularam no hemisfério sul no ano anterior, entre eles o da
influenza A (H1N1), a gripe suína. Pela primeira vez, a campanha vai
atingir a população carcerária. Segundo o ministério, as condições de
habitação e confinamento contribuem para uma maior vulnerabilidade para
algumas doenças. Os detentos serão vacinados após o término da campanha,
pois necessitam de uma mobilização de profissionais.
Tire suas dúvidas
1. Quem pode se vacinar?
A vacina estará disponível nos postos de vacinação do SUS para a população a partir dos 60 anos, além dos trabalhadores das unidades de saúde que fazem atendimento para a influenza, crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, gestantes, povos indígenas, população prisional e pacientes com comorbidades, mediante indicação médica, conforme as indicações do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
1. Quem pode se vacinar?
A vacina estará disponível nos postos de vacinação do SUS para a população a partir dos 60 anos, além dos trabalhadores das unidades de saúde que fazem atendimento para a influenza, crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, gestantes, povos indígenas, população prisional e pacientes com comorbidades, mediante indicação médica, conforme as indicações do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
2. Por que o ministério priorizou estes grupos?
Evidências epidemiológicas indicam que alguns grupos populacionais são mais susceptíveis às doenças respiratórias com a possibilidade de adoecer, desenvolver complicações e morrer pela doença.
Evidências epidemiológicas indicam que alguns grupos populacionais são mais susceptíveis às doenças respiratórias com a possibilidade de adoecer, desenvolver complicações e morrer pela doença.
3. A vacinação de grávidas é feita em qualquer idade da gestação?
Sim. Essa vacina é indicada para qualquer idade gestacional.
Sim. Essa vacina é indicada para qualquer idade gestacional.
4. Quem se vacinou no ano passado, precisa se vacinar de novo?
Sim. Após a vacina, a imunidade dura de 6 a 12 meses. Também a composição da vacina e produção é anual conforme os vírus que circularam no ano anterior.
Sim. Após a vacina, a imunidade dura de 6 a 12 meses. Também a composição da vacina e produção é anual conforme os vírus que circularam no ano anterior.
5. Quantas doses da vacina a criança precisa receber?
Crianças vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com 30 dias de intervalo. Já as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina em 2011 deverão tomar apenas uma dose neste ano.
Crianças vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com 30 dias de intervalo. Já as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina em 2011 deverão tomar apenas uma dose neste ano.
6. Fora do período da campanha é possível se vacinar?
Não. Após a campanha, só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas especiais nos CRIE.
Não. Após a campanha, só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas especiais nos CRIE.
7. Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação, com duração de 6 a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre depois de 4 a 6 semanas após a vacinação.
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação, com duração de 6 a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre depois de 4 a 6 semanas após a vacinação.
8. Vou ficar gripado (a) após me vacinar?
Não. A vacina contra a influenza (gripe) é inativada, contendo vírus mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação causa-efeito com a vacina. Na época em que a vacina é aplicada, circulam diversos vírus respiratórios diferentes - que não o da gripe em questão -, e as pessoas podem adquiri-los, pois não estão imunizadas especificamente contra cada um deles.
Não. A vacina contra a influenza (gripe) é inativada, contendo vírus mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação causa-efeito com a vacina. Na época em que a vacina é aplicada, circulam diversos vírus respiratórios diferentes - que não o da gripe em questão -, e as pessoas podem adquiri-los, pois não estão imunizadas especificamente contra cada um deles.
9. Há alguma contraindicação?
A vacina não é recomendável para quem tem alergia à proteína do ovo, a quem teve reações adversas a doses anteriores ou a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomendamos avaliação do medico assistente para maiores orientações.
A vacina não é recomendável para quem tem alergia à proteína do ovo, a quem teve reações adversas a doses anteriores ou a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomendamos avaliação do medico assistente para maiores orientações.
10. É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não é obrigatório apresentar a caderneta de vacinação, mas é necessária para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação.
Não é obrigatório apresentar a caderneta de vacinação, mas é necessária para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio começa neste sábado (18)
Os postos de saúde de todo o país funcionarão neste sábado (18) durante o Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Todas as crianças de zero a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas gotinhas contra a paralisia infantil. A meta é vacinar pelo menos 95% das 14.148.182 crianças nessa faixa etária, em todo o Brasil. A segunda fase da campanha será no dia 13 de agosto, quando meninos e meninas dessa idade devem ser novamente levados aos postos, para tomar mais duas gotinhas.
A convocação dos pais e dos responsáveis para levar as crianças aos postos de vacinação começou no último domingo, por meio da campanha publicitária veiculada nos principais meios de comunicação do país. O Ministério da Saúde investiu R$ 46,6 milhões na compra e distribuição das vacinas a serem usadas nas duas etapas da campanha nacional. Além disso, transferiu R$ 20,2 milhões às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, para organizarem a campanha. Ao todo, o Ministério da Saúde enviou 21.665.465 doses para todos os estados e o Distrito Federal (confira a tabela 1).
A pólio é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a infecção se dá principalmente por via oral.
O Brasil está livre da poliomielite há mais de 20 anos. O último caso da doença no país foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. Porém, é importante continuar vacinando as crianças porque o vírus da paralisia infantil permanece ativo em outros países. De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos da doença e quatro deles são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.
VACINAÇÃO CONTRA O SARAMPO
Ainda no sábado (18 de junho), em todos os municípios dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas, além das duas gotinhas contra a pólio, crianças também vão ser vacinadas contra o sarampo. Neste caso, a idade do público a ser vacinado vai de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias), mesmo que a criança já tenha tomado esta vacina anteriormente.
Ainda no sábado (18 de junho), em todos os municípios dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas, além das duas gotinhas contra a pólio, crianças também vão ser vacinadas contra o sarampo. Neste caso, a idade do público a ser vacinado vai de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias), mesmo que a criança já tenha tomado esta vacina anteriormente.
O objetivo é manter o Brasil sem transmissão disseminada do vírus causador do sarampo, uma vez que, neste momento, há surto da doença na Europa. De acordo com a OMS, desde janeiro, já foram registrados mais de 6,5 mil casos – sendo 5 mil deles somente na França. Com a chegada das férias de julho, aumenta tanto o fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil quanto a ida de brasileiros para o exterior.
Por isso, o Ministério da Saúde utilizou três critérios para identificar os oito estados que vão começar a vacinar as crianças contra o sarampo: maior fluxo turístico, densidade populacional e baixa cobertura da vacina tríplice viral nos últimos anos. Nas cidades desses estados (SP, MG, RJ, RS, PE, BA, CE e AL), a vacinação contra o sarampo vai de 18 de junho a 22 de julho (confira a distribuição, na tabela 2).
Nos municípios dos demais estados e no Distrito Federal, as crianças de 1 ano a menores de 7 anos vão receber a vacina contra o sarampo em 13 de agosto, no mesmo dia em que começa em todo o país a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio. A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 17.094.519 crianças nessa faixa etária, em todo o Brasil. Para tanto, foram enviadas 20.513.300 doses da tríplice viral para todos os estados e o Distrito Federal.
O sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, exantema (manchas avermelhadas), coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema até quatro dias após o surgimento das manchas. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção.
Tire dúvidas sobre as duas vacinações – contra a pólio e contra o sarampo
1. Veja no quadro abaixo as vacinas que as crianças devem tomar, de acordo com a idade, a data da campanha de vacinação e o estado onde vivem.
1. Veja no quadro abaixo as vacinas que as crianças devem tomar, de acordo com a idade, a data da campanha de vacinação e o estado onde vivem.
| Campanhas Nacionais | Datas | Público | UF |
| 1ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite | 18 de junho (Dia de Mobilização) | Crianças de 0 a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os estados e municípios |
| 1ª fase da Campanha de Seguimento contra o Sarampo | 18 de junho a 22 de julho | Crianças de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os municípios de: AL, BA, CE, MG, PE, RJ, RS, SP |
| 2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite | 13 de agosto (Dia de Mobilização) | Crianças de 0 a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os estados e municípios |
| 2ª fase da Campanha de Seguimento contra o Sarampo | 13 de agosto a 16 de setembro | Crianças de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os municípios de: AC, AM, AP, ES, GO, MA, MS, MT, PA, PB, PI, PR, RN, RO, RR, SE, SC, TO e DF |
2. Há risco para as crianças que vão tomar duas vacinas?
Não. As vacinas são seguras e podem ser dadas às crianças no mesmo dia, sem prejudicar a saúde delas.
Não. As vacinas são seguras e podem ser dadas às crianças no mesmo dia, sem prejudicar a saúde delas.
3. As vacinas têm contraindicações?
Em geral, não. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de se vacinarem. Também não é recomendado vacinar crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e AIDS ou de outras doenças e ou tratamentos que afetem o sistema imunológico, de defesas do organismo) e anafilaxia (reação alérgica severa) a dose anterior das vacinas.
Em geral, não. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de se vacinarem. Também não é recomendado vacinar crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e AIDS ou de outras doenças e ou tratamentos que afetem o sistema imunológico, de defesas do organismo) e anafilaxia (reação alérgica severa) a dose anterior das vacinas.
4. Onde vacinar as crianças?
Os pais ou responsáveis devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como os endereços e os horários de funcionamento.
Os pais ou responsáveis devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como os endereços e os horários de funcionamento.
5. Só será possível vacinar as crianças nessas datas?
Não. As vacinas contra pólio e sarampo são oferecidas gratuitamente pelo SUS e estão disponíveis durante todo o ano, nos postos de saúde, para a imunização de rotina. Mas é fundamental levar as crianças às campanhas de vacinação, porque elas reforçam a proteção da saúde delas.
Não. As vacinas contra pólio e sarampo são oferecidas gratuitamente pelo SUS e estão disponíveis durante todo o ano, nos postos de saúde, para a imunização de rotina. Mas é fundamental levar as crianças às campanhas de vacinação, porque elas reforçam a proteção da saúde delas.
6. Como funciona o calendário básico de vacinação, fora das campanhas?
Vacina poliomielite oral – Os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, recebem o primeiro reforço. Porém, todas as crianças menores de cinco anos (de 0 a 4 anos 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas doses durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.
Vacina poliomielite oral – Os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, recebem o primeiro reforço. Porém, todas as crianças menores de cinco anos (de 0 a 4 anos 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas doses durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.
Vacina tríplice viral – As crianças devem tomar uma dose da vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) aos 12 meses e um reforço aos quatro anos. Porém, todas as crianças devem se vacinar nas “campanhas de seguimento”, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.
Tabela 1 – Distribuição da vacina contra a poliomielite
| UF | População alvo (menores de 5 anos) | Doses enviadas |
| Rondônia | 129.844 | 197.775 |
| Acre | 81.351 | 120.200 |
| Amazonas | 376.280 | 511.375 |
| Roraima | 47.819 | 72.980 |
| Pará | 736.683 | 1.062.150 |
| Amapá | 70.700 | 110.620 |
| Tocantins | 124.688 | 177.560 |
| NORTE | 1.567.365 | 2.252.660 |
| Maranhão | 640.579 | 933.800 |
| Piauí | 254.147 | 414.350 |
| Ceará | 656.647 | 1.038.350 |
| Rio Grande do Norte | 241.152 | 375.220 |
| Paraíba | 295.190 | 448.200 |
| Pernambuco | 696.028 | 1.052.550 |
| Alagoas | 276.467 | 464.200 |
| Sergipe | 173.528 | 273.880 |
| Bahia | 1.080.715 | 1.789.000 |
| NORDESTE | 4.314.453 | 6.789.550 |
| Minas Gerais | 1.284.628 | 2.070.050 |
| Espírito Santo | 250.250 | 389.100 |
| Rio de Janeiro | 1.030.026 | 1.587.175 |
| São Paulo | 2.818.614 | 4.280.925 |
| SUDESTE | 5.383.518 | 8.327.250 |
| Paraná | 729.410 | 1.078.900 |
| Santa Catarina | 411.967 | 602.100 |
| Rio Grande do Sul | 658.728 | 986.280 |
| SUL | 1.800.105 | 2.667.280 |
| Mato Grosso do Sul | 195.136 | 288.460 |
| Mato Grosso | 244.666 | 369.520 |
| Goias | 440.856 | 661.225 |
| Distrito Federal | 202.083 | 309.520 |
| CENTRO OESTE | 1.082.741 | 1.628.725 |
| BRASIL | 14.148.182 | 21.665.465 |
| Fonte: IBGE/DATASUS | ||
Tabela 2 – Distribuição da vacina tríplice viral
Campanha de seguimento contra o sarampo 2011
Campanha de seguimento contra o sarampo 2011
ESTADOS QUE VACINAM NO DIA 18 DE JUNHO
| Estados que vacinam em 18/06 | População de 1 a menores de 7 anos | Dose |
| CE | 791.360 | 949.630 |
| PE | 841.379 | 1.009.650 |
| AL | 335.015 | 402.000 |
| BA | 1.324.102 | 1.588.920 |
| MG | 1.580.409 | 1.896.490 |
| RJ | 1.235.980 | 1.483.180 |
| SP | 3.339.134 | 4.006.960 |
| RS | 805.694 | 966.830 |
| TOTAL | 10.253.073 | 12.303.660 |
Fonte: IBGE/SENSO2010
* Estados que farão antecipação da campanha no período de 18 a 22/07/2011
Fonte: Mistério da Saúde
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Imip comemora aniversário com campanha de aleitamento materno
A mãe que está com excedente lácteo, é sadia e fez pré-natal direitinho pode ir ao Imip ou ligar para os telefones 2122-4719 ou 2122-4103 para fazer a doação
Da Redação do pe360graus.com
O Instituto de Medicina Integral Fernando Figueira (Imip) fez aniversário nesta segunda-feira (13) e, para comemorar, lançaou uma grande campanha de aleitamento materno. O Instituto mantém um banco de leite que precisa de doações. No ano passado, o Imip coletou 3.500 litros, mas isso não foi suficiente para a grande demanda.
“Nós temos aqui, no Imip, em torno de 60 recém-nascidos graves, na UTI neo-natal, necessitando de leite humano. E a gente só consegue em torno de 65% dessa demanda”, afirma a coordenadora do Banco de Leite, Vilneide Braga.
O leite materno é a garantia de saúde para o bebê. De acordo com os médicos, recém-nascidos que recebem esse alimento têm muito mais chances de se desenvolver bem, livre de muitas doenças. O problema é que nem todas as mães conseguem amamentar os filhos como deveriam. Nesses casos, a solução pode ser os bancos de leite: mães fazem doações para ajudar outras mulheres.
“Você, mãe, lactante, que acabou de ter neném, está com excedente lácteo, é sadia, fez pré-natal, venha aqui ao Banco de Leite, ligue para 2122-4719 ou 2122-4103 para fazer sua doação”, diz a coordenadora.
A doadora passará por um questionário próprio do Ministério da Saúde e, após isso, a mulher é orientada pelos profissionais do Imip. Segundo Vilneide, não é preciso ir ao Banco para deixar o leite. “O motoqueiro vai a casa dela, pega esse leite e traz para cá. Para a gente fazer a pasteurização, o controle de qualidade”.
Ela explica a forma correta de ordenhar o leite: “É preciso tirar o anel, pulseiras, ter a unha bem curta, lavar bem todo braço, colocar uma fraudinha no rosto, fechando nariz e boca, e proteger o cabelo. Quando for tirar o leite, as primeiras cinco gotinhas devem ser fora do pote. Esse pote tem que estar esterilizado, fervido durante 15 minutos, coloca no congelador e durante 15 dias ele dura cru”.
A campanha também quer arrecadar potinhos, para armazenar o leite – esse qualquer pessoa pode doar. “Quem doar frasco de café solúvel ou de maionese também está salvando vidas”, diz.
“Nós temos aqui, no Imip, em torno de 60 recém-nascidos graves, na UTI neo-natal, necessitando de leite humano. E a gente só consegue em torno de 65% dessa demanda”, afirma a coordenadora do Banco de Leite, Vilneide Braga.
O leite materno é a garantia de saúde para o bebê. De acordo com os médicos, recém-nascidos que recebem esse alimento têm muito mais chances de se desenvolver bem, livre de muitas doenças. O problema é que nem todas as mães conseguem amamentar os filhos como deveriam. Nesses casos, a solução pode ser os bancos de leite: mães fazem doações para ajudar outras mulheres.
“Você, mãe, lactante, que acabou de ter neném, está com excedente lácteo, é sadia, fez pré-natal, venha aqui ao Banco de Leite, ligue para 2122-4719 ou 2122-4103 para fazer sua doação”, diz a coordenadora.
A doadora passará por um questionário próprio do Ministério da Saúde e, após isso, a mulher é orientada pelos profissionais do Imip. Segundo Vilneide, não é preciso ir ao Banco para deixar o leite. “O motoqueiro vai a casa dela, pega esse leite e traz para cá. Para a gente fazer a pasteurização, o controle de qualidade”.
Ela explica a forma correta de ordenhar o leite: “É preciso tirar o anel, pulseiras, ter a unha bem curta, lavar bem todo braço, colocar uma fraudinha no rosto, fechando nariz e boca, e proteger o cabelo. Quando for tirar o leite, as primeiras cinco gotinhas devem ser fora do pote. Esse pote tem que estar esterilizado, fervido durante 15 minutos, coloca no congelador e durante 15 dias ele dura cru”.
A campanha também quer arrecadar potinhos, para armazenar o leite – esse qualquer pessoa pode doar. “Quem doar frasco de café solúvel ou de maionese também está salvando vidas”, diz.
(Pequenas adaptações do original)
SERVIÇO:
Banco de Leite do Imip
21224719 / 2122-4103
Rua dos Coelhos, 300, bairro dos Coelhos, Recife
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