domingo, 29 de maio de 2011

Rede Cegonha é a principal estratégia para redução de mortes maternas

DA REDAÇÃO




No Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, comemorado ontem (28), o Ministério da Saúde destaca a importância da estratégia Rede Cegonha, uma rede de cuidados materno-infantil, que prevê medidas de fortalecimento da rede de assistência e a progressiva redução da mortalidade materna.

A estratégia é composta por um conjunto de ações que visam o atedimento adequado, seguro e humanizado para todas as brasileiras, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nos últimos 18 anos, o número de óbitos maternos caiu 56%.

“A ampliação do acesso aos cuidados hospitalares, com acompanhamento das mulheres antes, durante e após o parto é um dos fatores primordiais que levam à redução das mortes maternas”, explica o diretor do

Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, Dario Pasche.

A Rede Cegonha prevê assistência integral às mulheres desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida. O governo investirá R$ 9,4 bilhões até 2014 para qualificar toda a rede de assistência obstétrica, bem como a infantil, numa atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil.

AVANÇOS

As mortes por complicações durante gravidez, parto e puerpério já vêm diminuindo no Brasil. Nos últimos 18 anos, houve redução de 56% de óbitos maternos. Além disso, entre 1990 a 2007, todas as causas específicas de morte materna diminuíram: por hipertensão 63%, hemorragia 58%, infecções puerperais 47%, por aborto 80% e por doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, parto ou puerpério 51%. Hoje, 98% dos partos no Brasil são realizados em hospitais e 89% por médicos.
 

“Com a Rede Cegonha, o objetivo é avançar ainda mais nesta estatística. Nos postos de saúde, será introduzido o teste rápido de gravidez. Confirmado o resultado positivo, será garantido um mínimo de seis consultas durante o pré-natal, além de uma série de exames clínicos e laboratoriais. A introdução do teste rápido, inclusive para detectar HIV e sífilis, também será novidade para reforçar o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento”, afirma Pasche.

REDE
– A qualificação da atenção compreenderá a criação de novas estruturas de assistência e acompanhamento das mulheres e reforço na rede hospitalar convencional, com o mote “Gestante não Peregrina”; ou seja, a garantia de sempre haver vaga para gestantes e recém-nascidos nas unidades de saúde.

Entre as novas estruturas estarão as Casas da Gestante e do Bebê, que dará acolhimento e assistência às gestantes de risco, e os Centros de Parto Normal, que funcionarão em conjunto com a maternidade para humanizar o nascimento. A rede hospitalar obstétrica de alto risco também será fortalecida, com ampliação progressiva da quantidade de leitos na rede SUS, de acordo com as necessidades apresentadas pelos municípios.


A Rede Cegonha também prevê a qualificação dos profissionais de saúde que darão a assistência adequada às gestantes e aos bebês. Serão capacitados os profissionais de saúde que atuam tanto na atenção primária como em serviços de urgências obstétricas.

ABRANGÊNCIA –
O cronograma demplantação da rede prioriza as regiões da Amazônia Legal e Nordeste – que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil – e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes. As ações de saúde previstas na Rede Cegonha serão executadas pelos estados e municípios – na lógica da descentralização do SUS – que deverão aderir às estratégias nacionais para o recebimento dos recursos reservados pelo Ministério da Saúde.

Anticorpo feito em laboratório defende pulmões de bebês

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR


Uma revisão recente na literatura médica, feita por um grupo de especialistas reunidos na Associação Americana de Pediatria (AAP), reafirma a eficácia de uma droga clonada em laboratório que pode salvar vidas de bebês prematuros e de crianças consideradas de alto risco nascidas de partos normais, com até 2 anos. O primeiro grande estudo com o palivizumabe — um anticorpo monoclonal humanizado, obtido em laboratório com uma técnica de rearranjo do DNA — tem mais de uma década e foi produzido por cientistas do Reino Unido, do Canadá e dos Estados Unidos. Referendadas por vários países, inclusive o Brasil, por meio da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), as análises mostram que o medicamento reduz o índice de internação de lactentes de gestação normal e prematura afetados por doenças respiratórias numa faixa de 55% a 70%.

A releitura dos dados sobre a droga pela AAP coincide com o período de maior risco de contaminação de bebês pelo vírus sincicial respiratório (VSR) no Brasil, que envolve o período de abril a agosto ou de maio a setembro. “O vírus afeta crianças prematuras, principalmente aquelas com fibrose cística. Não existe tratamento específico para o vírus, então a solução foi fornecer ao organismo, como profilaxia, um anticorpo produzido em laboratório, que é específico para o VSR”, explica o imunologista Roque Almeida, da Sociedade Brasileira de Imunologia. Quando fala em cuidados profiláticos, no sentido de proteger os pulmões dos prematuros e de crianças com até 2 anos, Almeida se refere ao poder do palivizumabe de prevenir o ataque do VSR aos brônquios e pulmões.

O uso do medicamento, no entanto, pelo menos no Brasil, depende da iniciativa de algumas secretarias estaduais de saúde, como as de Minas Gerais, São Paulo e do Rio de Janeiro, entre outras, que baixaram normas técnicas e resoluções abrindo o acesso aos pais que apresentem pedidos bem fundamentados por médicos. Cada caso, porém, é rigidamente acompanhado. Isso explica, em parte, a dificuldade de localizar o anticorpo, sobretudo por ser essa uma droga cara (custa cerca de R$ 5 mil cada unidade) e muito pouco conhecida, mesmo entre os médicos.

A pediatra Miza Vidigal, que trabalha em unidades de terapia intensiva neonatal de hospitais públicos e privados de Brasília (DF), explica que o bebê deve receber cinco doses de abril a agosto para assegurar a imunização. “Como não se trata de uma vacina, mas de um anticorpo monoclonal, é preciso repetir a dose por cinco meses e os custos são muito altos”, diz. Nesse caso, a substância age como uma espécie de soro. “Uma só etapa do tratamento não sai por menos de R$ 30 mil, porque, no próximo ciclo do VSR, as doses devem ser ministradas outra vez.”

Raro e poderoso

Miza Vidigal é uma das poucas especialistas na capital federal a prescrever o uso do palivizumabe. A pediatra lamenta que, apesar da recomendação da SBP de se criar um programa – em nível nacional – para assegurar a administração de todas as doses necessárias durante o período de sazonalidade do VSR, poucas unidades da federação sigam a orientação. “O ideal era que os bebês atendidos fossem acompanhados por meio de um protocolo específico”, observa. “Distribuir o medicamento sai muito mais barato para o estado do que manter a criança numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, acrescenta.

Foi graças ao medicamento que a pequena Lara Barros Barbosa, de 6 meses, está viva, apesar de a Secretaria de Saúde de Brasília não fornecer a droga a hospitais da rede pública. Embora hoje esteja "muito bem", nas palavras de Miza Vidigal, que a acompanha desde a UTI, a menina nasceu com 26 semanas, pesando 1,125kg; e seu irmão gêmeo, Davi, com 1,135kg. “Eles foram direto para a incubadora. Davi não resistiu, mas Lara, sim, depois de ficar 76 dias na UTI”, lembra Michelle Simonela Barros Barbosa, mãe da pequena.

“Bebês prematuros não produzem anticorpos e não podem se defender do vírus sincicial respiratório (VSR). Além do mais, eles não têm os pulmões completamente formados e por isso evitamos sobrecarregá-los”, explica a médica. Pensando em assegurar ainda mais a proteção de Lara contra o VSR, Miza prescreveu o palivizumabe em março, mas até agora a família aguarda aprovação de um processo na Justiça para obter gratuitamente o medicamento.

“Lara passou por mais de 30 transfusões, teve duas hemorragias e precisa de todos os cuidados possíveis", justifica a pediatra. Pelas contas dos pais da garota, Michelle e Frederico Barbosa, a filha passou 76 dias na UTI e 26 no quarto. Ela está em casa há três meses, mas o susto, em parte, já passou. A mãe lembra que, do casal de gêmeos, a menina era a mais frágil, enquanto o menino, Davi, prometia resistir. “Uma semana depois de nascerem, em 2 de novembro, recebemos uma ligação do hospital, pensamos que a notícia fosse sobre a Lara, mas os médicos disseram que havia acontecido com Davi”, conta Michelle.

Durante todo o tempo, a partir do nascimento, a preocupação era maior com Lara. "Ela teve de receber 100% de oxigênio, enquanto Davi ficou com 25%. Tudo nela era difícil, era pior. E, no entanto, está cada dia mais forte e mais saudável”, comemora a mãe. A reação da família, no entanto, não evita a preocupação maior: quando terão acesso ao medicamento?

Os estudos de revisão do palivizumabe tomaram como base recomendações da AAP, publicadas originalmente em 1999 e atualizadas em 2003 e em 2007. Outras investigações sobre o uso do anticorpo em lactentes prematuros de risco mostram que a droga reduziu a incidência de hospitalização relacionada ao VSR em 55% na Espanha e no Reino Unido. No Brasil, essa taxa chega a 70%.

Distribuição segue critérios rígidos

As secretarias estaduais de Saúde de Minas, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás foram as primeiras, a partir de 2006, a baixar resoluções para acesso ao palivizumabe. Todas seguem recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Americana de Pediatria para disciplinar o uso da droga na prevenção da infecção pelo VSR. As normas técnicas definem o período de aplicação do palivizumabe e como será feito o cadastramento dos pacientes que receberão o medicamento sob os critérios estabelecidos.

Nos estados que usam o anticorpo e onde a prescrição do médico é autorizada, a secretaria envia à família correspondência comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento. As secretarias de Saúde recomendam ainda que a amamentação de recém-nascidos enquadrados no grupo de risco seja encorajada e evitada a exposição do bebê ao tabaco, bem como o contato com familiares com infecção respiratória.

Podem receber o medicamento crianças menores de 1 ano que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas), após alta hospitalar, e menores de 2 anos portadores de patologia cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram tratamento nos seis meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR.

Do Estado de Minas

Suplemento com aminoácido e vitamina diminui pré-eclâmpsia

Redação do Diário da Saúde



Pré-eclâmpsia

Um suplemento dietético que contém um aminoácido e vitaminas antioxidantes, administrado a mulheres grávidas com alto risco de pré-eclâmpsia, pode reduzir a ocorrência da condição.

A pré-eclâmpsia é uma condição grave, quando uma pressão sanguínea anormalmente elevada e outros distúrbios surgem durante a gravidez.
Ela afeta cerca de 5% de todas as primeiras gravidezes e é perigosa para a mãe e para a criança.
Acredita-se que a pré-eclâmpsia esteja associada a uma deficiência de L-arginina, um aminoácido que ajuda a manter um fluxo sanguíneo saudável durante a gravidez.
Alguns especialistas também acreditam que as vitaminas antioxidantes podem ajudar a proteger contra a doença.

Suplemento contra a pré-eclâmpsia
Agora, uma equipe de pesquisadores no México e nos Estados Unidos começou a testar a teoria de que uma combinação de L-arginina e antioxidantes poderia impedir o desenvolvimento da pré-eclâmpsia em mulheres com alto risco da doença.
As mulheres grávidas com alto risco de pré-eclâmpsia foram divididas aleatoriamente em três grupos: 228 receberam barras de alimentação diária contendo L-arginina, vitaminas e antioxidantes, 222 receberam barras contendo apenas vitaminas, e 222 receberam placebo (sem L-arginina e sem vitaminas).
Os suplementos começaram a ser administrados na vigésima semana de gravidez, prosseguindo até o parto. A pressão arterial e os níveis de L-arginina foram medidos a cada três a quatro semanas no hospital.
A proporção de mulheres que apresentaram a pré-eclâmpsia foi de 30,2% no grupo placebo, 22,5% no grupo somente vitamina, e de 12,7% no grupo de vitamina mais L-arginina.
Isto significa que as mulheres no grupo da vitamina mais L-arginina tiveram uma probabilidade significativamente menor de desenvolver a pré-eclâmpsia em comparação com o grupo placebo.
Somente com as vitaminas, a ocorrência de pré-eclâmpsia teve uma redução menos significativa.

Prevenção do parto prematuro
A equipe também descobriu que a combinação de L-arginina e vitaminas reduziu significativamente o risco de parto prematuro, em comparação com o placebo.
"Esta intervenção relativamente simples e de baixo custo pode ser valiosa na redução do risco de pré-eclâmpsia e da prematuridade associada à condição," concluem os autores.
No entanto, eles dizem que mais estudos são necessários para determinar se esses resultados podem ser repetidos e identificar se eles são devidos à L-arginina isoladamente ou à combinação de L-arginina, vitaminas e antioxidantes.

O estudo foi publicado no site do British Medical Journal.

sábado, 14 de maio de 2011

O DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ PREMATURO - PERGUNTAS E RESPOSTAS

Bebê prematuro: cuidados especiais e muito carinho
Publicada em 04/12/2006 às 10h10m
Simone Magalhães - Rio Online

Em 07 de outubro de 2010, no método Mamãe Canguru


RIO - Existem gestantes que, por apresentarem problemas durante a gravidez - como pressão alta, infecção urinária ou diabetes, por exemplo - são informadas de que seu filho poderá nascer prematuramente. Outras, ao carregarem gêmeos no ventre, acabam tendo o parto antecipado pelo sobreesforço de seu organismo. E muitas são pegas de surpresa. Mas todas as mães de prematuros sofrem a frustração de não poder levar seu bebê para casa, vê-lo na incubadora na UTI Neonatal - muitas vezes, por meses -, e não amamentá-lo logo no peito.
Quando isso acontece, segundo o neonatologista e diretor da Clínica Perinatal, Manoel de Carvalho, o carinho e o leite materno são fundamentais. Mas lembre-se de que pode demorar um pouco até o neném mamar. Até lá, você deve tirar seu leite para alimentá-lo com a quantidade determinada pelo médico, estar sempre por perto do pequeno, dizer quanto o ama e contar sobre tudo de bom que o espera fora da maternidade. E nada de choro! Passe sempre energia positiva!
Não fique tensa se, nesse período, a quantidade de seu leite diminuir. Isso pode acontecer. Afinal, o que estimula a produção é a sucção do bebê. Mas o tempo vai se encarregar disso. À medida que o neném cresce, a tendência é que ele consiga sugar normalmente. E a produção de seu leite volta ao normal.
Por ser prematuro, o bebê estará mais exposto a complicações que podem levar a dificuldades no desenvolvimento. Ou alguns tipos de doença - como as do aparelho respiratório. Por isso, é importantíssimo ter a seu lado um pediatra que dissipe todas as dúvidas e acompanhe seu filho passo a passo.

Tirando dúvidas

Quais as causas mais comuns do parto prematuro?
Manoel de Carvalho - Hipertensão arterial, ruptura precoce das membranas amnióticas, infecções.

Existem maneiras de evitar-se a prematuridade?
Através de um pré-natal precoce e bem feito.

Bebê que nasce prematuramente apresenta sequelas?
Dependerá do grau de prematuridade e das intercorrências nos primeros dias de vida

20/10/2010

O que a mãe de um prematuro - que permanece por dias ou até meses na maternidade - pode fazer de efetivo para ajudá-lo?
Fornecer leite materno e carinho.

Quais os cuidados que se deve ter com um bebê prematuro ao chegar em casa?
As mães devem seguir as orientações do pediatra.

O aleitamento no peito pode ser feito normalmente em casa?
Poderá ser feito normalmente e deve ser incentivado.

Um prematuro pode ter algum tipo de atraso no seu desenvolvimento?
Dependerá do grau de prematuridade.

Ele estará mais vulnerável a doenças?
Sim, principalmente respiratórias.

Como devem ser dadas as vacinas? Seguindo as datas do calendário nacional de vacinação?
Segundo o calendário e sob a orientação do pediatra.


Há necessidade de acompanhamento mais constante? Idas frequentes ao pediatra?
O pediatra deverá acompanhar e indicar outros profissionais (fisioterapeuta, fonoaudiólogo) quando necessário.

Com a fisioterapeuta, Larissa Diniz, em sessão domiciliar - 18/04/2011


Com a terapeuta ocupacional, Carollyne Dantas, em sessão domiciliar - 04/05/2011


Sobrevivência - Se a grávida estiver na 28ª semana de gestação e o bebê apresentar maturidade razoável dos pulmões, boas funções metabólicas e condições gerais satisfatórias há grandes chances para o prematuro. O avanço da ciência já dá boas chances de sobrevivência aos que nascem com 24 ou 25 semanas de gestação, o chamado "limite de viabilidade".
 

Logo após o parto - O bebê prematuro vai para a UTI Neonatal, onde uma equipe de profissionais (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos) e uma série de equipamentos de última geração serão importantes para o seu desenvolvimento. Ele ficará na incubadora, responsável por manter seu corpo aquecido como no útero materno. 
08/08/2010 - 1 dia de nascido


Alguns procedimentos que normalmente ocorrem na UTI Neonatal: uso de respirador artificial, alimentação através de sonda, monitoração cardiorrespiratória e da pressão sangüínea, utilização de um sensor de temperatura, medição contínua do oxigênio do sangue do bebê através do oxímetro de pulso, entre outros.





Hora de ir embora - Se não ocorrerem complicações na UTI e, lá pela 34ª semana, ele atingir em torno de 2 a 2,2 quilos, conseguir sugar toda a dieta, não estiver dependente de oxigênio, respirando sem dificuldade e há uma semana sem apnéias(paradas respiratórias), poderá ter alta. 

Restrinja as visitas - Não permita que pessoas com resfriados ou gripes visitem o seu bebê. O prematuro será mais sensível a estímulos, por isso nada de muitas visitas ao mesmo tempo - nem períodos longos de permanência - para evitar o barulho excessivo. E nem pensar em cheiro de cigarro perto do seu bebê.

Na hora de passear - Evite: sair de casa para ambientes fechados nos primeiros três meses após a alta da UTI Neonatal; ir a locais muito cheios, onde pode haver pessoas resfriadas ou com outras doenças; e passeios demorados. 

(FONTE: http://oglobo.globo.com) - FOTOS: ARQUIVO PESSOAL


segunda-feira, 9 de maio de 2011

O DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ PREMATURO

O desenvolvimento do bebê prematuro

O carinho dos pais é fundamental para o desenvolvimento do bebê que chegou antes da hora

Jeanne Callegari e Thais Lazzeri




Motivo de preocupação para médicos e pais, os prematuros, bebês nascidos antes de 37 semanas de gestação, têm facilidade em pegar doenças infecciosas e em ter problemas para respirar. Isso porque o sistema imunológico e o pulmão do bebê só amadurecem no fim da gestação, entre a 37a e a 42a semana. Para estimular o desenvolvimento da criança, deve entrar em cena uma equipe multidisciplinar: uma fisioterapeuta para a parte motora, uma fonoaudióloga para melhorar a sucção, e uma terapeuta ocupacional para cuidar dos pés e das mãos. Indispensável mesmo é o colo dos pais. "A fala, o cheiro, o calor do corpo deles e, claro, o leite materno fazem o bebê evoluir mais rápido", diz a neonatologista Lia Mara Bizinotto.

O tratamento varia: crianças menores precisam de estímulo por mais tempo, como é o caso de bebês que nascem com menos de 1 quilo. Calcula-se o desenvolvimento subtraindo as semanas que faltaram para completar a gestação: se o bebê nasceu com 28 semanas, por exemplo, ele vai estar dois meses atrasado em relação a um bebê nascido a termo. O esperado é que ele gradativamente se equipare ao de uma gestação completa aos 2 anos e meio. Vale dizer: ansiosos, os pais de prematuros podem cometer excessos que podem levar a problemas, da superproteção à obesidade.

(FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer)

Meu nenem nasceu prematuro, de 28 semanas, como pode ser visto em artigo já postado. Hoje, aos 9 meses de idade de nascimento e 6 de idade corrigida, ele tem acompanhamento com fisioterapeuta e terapeuta ocupacional para poder ter um bom desenvolvimento motor. 

Nesta foto ele estava com 8 dias de nascido, ainda estava entubado, pois pegou uma infecção e precisou de ventilação mecânica - dias muuuito difíceis!

FELIZ DIA DAS MÃES!

Atrasada, resolvi postar essa homenagem! No entanto, dia das mães é todos os dias!!

Achei linda, mas tão linda a homenagem da Rener ao Dia das Mães que resolvi escrever aqui o poema que eles apresentam na propaganda!

“Filhos crescem. E vai chegar um dia em que eles não vão mais precisar de você. Vão realizar sozinhos tarefas impossíveis como amarrar os tênis. Vão ler suas próprias histórias antes de dormir e espantar sozinhos os monstros de baixo da cama. Não vão querer nem que você ajude a escolher suas roupas. Pior: ainda vão chamar você de antiquada. Vai chegar o dia em que eles vão querer a sua carona, mas não a sua companhia. E vai chegar o dia, aquele dia, em que eles vão arrumar suas coisas e vão embora.  Mas também chega o dia... em que eles voltam. Feliz Dia das Mães”.






























DIA DAS MÃES - 08/05/ 2011

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